Vacinas, a polêmica da vez

Saúde

Acho que o assunto do momento é VACINA. E a frase “SÓ QUANDO HOUVER VACINA” viralizou no mundo inteiro. Mas, uma das maiores autoridades no assunto, o CEO da MERCK, KEN FRAZIER, que comanda a principal fornecedora do produto no mundo, disse que é preciso deixar claro e não ficar embromando. A vacina mais rápida lançada no mercado até hoje foi da sua empresa, a MERCK, contra a caxumba. Levou quatro anos para liberação. A vacina contra o EBOLA levou cinco anos e só agora foi aprovada na Europa. Para a tuberculose, levou 13 anos, a do ROTAVIRUS 15 anos e da CATAPORA 28 anos. E a da AIDS, já tem 40 anos e até hoje não existe.
Disse mais: “Vimos no passado, por exemplo, com a gripe suína, que essa vacina fez muito mais MAL do que BEM. Há sete bilhões e meio de pessoas no planeta atualmente. E nunca tivemos uma vacina que tenha sido usada em população desse tamanho.” Segundo o CEO da MERCK, o que falta são políticos que tenham a integridade e a vontade para contar a verdade às pessoas. Do jeito que agem, só criam expectativa e acabam fazendo com que todos reduzam os cuidados.  E ainda há outros pontos que precisam ser repensados: Como mandar os filhos para as escolas, se os pais continuam presos em casa?
Em entrevista à CNN, hoje, a dr. Margareth Dalcolmo disse que todas as vacinas que estão sendo testadas devem atingir o percentual para a aprovação, de mais de 50%, com variações por questões específicas, mas que NENHUMA delas atingirá 80%. Pelo visto, este filme virará seriado. Imagem de Alexandra_Koch por Pixabay 

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