Agressões desnecessárias

Política

Há décadas, o que se vê em campanhas políticas é a desnecessária AGRESSÃO VERBAL entre os concorrentes aos mais diversos postos. Na ânsia de angariar atenção ou simpatia, fazem uma descarga de palavras perdidas no desespero pelos que estão com maiores possibilidades de VENCER. Falam de projetos que não foram cumpridos, de suposições que não existem provas e acabam atraindo mesmo é ANTIPATIA e DESCONFIANÇA. Principalmente dos mais letrados ou observadores de comportamento. Não sei se atendendo a algum bruxo de marketing, que, talvez, ainda não aprendeu também que o direito de expressão não inclui o direito de agressão.
Geralmente, quando as pessoas buscam macular a imagem do outro com algo sem fundamento, tentam esconder os seus próprios erros. O que os candidatos precisam APRENDER é que se pretendem ocupar algum posto, o caminho é mostrar planos convincentes para o eleitor confiar e conceder o voto. A mesma coisa vale para os eleitos, que esquecem de seus discursos. E, no caso de PREFEITOS e GOVERNADORES, que vêm com aquele velho lenga-lenga de chegar ao posto e, ao invés de trabalhar, ficar procurando sujar o nome do antecessor, dizendo que o caixa está vazio, que isso e aquilo foram feitos ERRADOS.
Por isso, tenho admiração por RENATO CASAGRANDE e LUCIANO REZENDE. Ambos tinham mil motivos para falar e simplesmente se dedicaram ao trabalho, sem dar um PIO sobre o que encontraram de errado. Isso é altivez, é classe. Um exemplo para todos os outros. Imagem de M. H. por Pixabay 

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