O novo normal e a falta de educação

Política

Já há algum tempo, pensava em falar sobre o tema “FALTA DE EDUCAÇÃO”. Ontem, recebi de um amigo querido e educado um WhatsApp solicitando que iniciasse uma campanha no sentido das pessoas voltarem a respeitar os outros nos lugares públicos. Eles nos contou que, em restaurantes, cidadãos, sem nenhum escrúpulo, falam alto, xingam palavrões, indiferente se ao lado existe uma família fazendo as suas refeições. E eu sei que é verdade! 
Dentro do tal NOVO NORMAL, que a porcaria da PANDEMIA trouxe, veio no pacote o aumento de pessoas mal-educadas. Quase todas as madrugadas, um motociclista passa voando na Av. Rio Branco provocando um barulho infernal e acordando acho que até quem é surdo. Nas filas de bancos, nas bancas de verduras, as pessoas passam na frente dos outros alegando pressa, como se os que estão ali tivessem todo o tempo do mundo e só ele devesse ter preferência. As pessoas esqueceram as regras de bons costumes, de RESPEITO, e se tornaram grosseiras. 
As palavrinhas mágicas que aprendemos ainda na infância: BOM DIA, BOA TARDE, BOA NOITE, OBRIGADO, COM LICENÇA, POR FAVOR, foram riscadas das memórias e substituídas por atitudes inimagináveis. Pelo visto, mais uma coisa desagradável que a PANDEMIA e o seu NOVO NORMAL trouxeram e não devemos permitir que permaneça - a grande FALTA DE EDUCAÇÃO. 
Está na hora dos governantes criarem campanhas educativas. Os estabelecimentos comerciais colaborarem com sugestões de “FALE BAIXO”, “RESPEITE A FILA”,  “AGRADECER TE ELEVA”. E outras frases que possam estimular as pessoas a serem mais leves, mais educadas e fazerem do convívio um PRAZER. Faça a sua parte. Se for comerciante, inicie logo uma campanha e coloque cartazes assim nas lojas. Onde existe EDUCAÇÃO, não há motivo para VIOLÊNCIA. Imagem de Harish Sharma por Pixabay 

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