Dior em Nova York

Moda

Se você é um felizardo que está com as malas prontas para dar uma circulada por Nova York, a coluna sugere que coloque em sua agenda uma visita à exposição “CHRISTIAN DIOR: DESIGNER OF DREAMS”. É a mesma que abalou Paris quando ficou uma temporada no Musée des Arts Décoratifs, em 2017.
Nesta exposição, a história da grife faz uma retrospectiva de oito décadas de sucesso. Mostra como ela se manteve atraente, desde a morte prematura do estilista, sendo substituído na época por YVES SAINT LAURENT, que era o seu braço direito. Depois, teve outros grandes talentos que, antes de seguirem carreira solo, assumiram o importante posto na MAISON DIOR: MARC BOHAN, GIANFRANCO FERRÉ e JOHN GALLIANO.

CHRISTIAN DIOR iniciou a sua carreira em 1947, com o apoio total e irrestrito do magnata da indústria têxtil MARCEL BOUSSAC. No dia do seu primeiro desfile em Paris, ele estava extremamente tenso e quando saiu do casarão, na AVENUE MONTAIGNE, tropeçou na calçada em uma estrela de metal. E é exatamente essa estrela que fecha a exposição. Coisas que marcam a vida e mostram que DEUS escolhe as estrelas que podem brilhar. DIOR nunca morreu. O seu legado permite a sobrevivência, ressaltando o seu inquestionável talento. Fotos/ Reprodução.

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