A Publicidade em Questão

Política

Nos últimos tempos, sempre em anos eleitorais, assistimos aos ataques de políticos de oposição aos governantes que estão no poder por gastos em campanhas publicitárias. É uma maneira de chamar a atenção do eleitor, que não faz sentido. Isso sempre existiu, desde o ano 1800, quando Pero Vaz de Caminha escreveu sua carta ao Rei de Portugal, D. Manoel, exaltando a beleza e vendendo para escapar do destino que Cabral havia reservado de ser uma colônia.
Os veículos de comunicação sobrevivem de anúncios, como os vendedores de automóveis da venda de carros, as boutiques de roupas, os supermercados de alimentos etc. É de suma importância que o governo preste contas do seu trabalho, faça campanhas educativas e informativas e os veículos de comunicação não podem ser doadores disso. Muito menos as agências, que empregam dezenas de profissionais especializados, que elaboram campanhas no sentido de alcançar o máximo de público, informando o necessário para atingir o objetivo.
No governo passado, dizem que o senhor PAULO HARTUNG gastou cerca de R$ 300 milhões em publicidade e não se viu ninguém questionando se estava certo ou errado. Informação é uma maneira eficaz de comprovar o trabalho de cada um, conscientizar e educar. As campanhas sempre existiram e sempre existirão, porque, como já disse, é uma ferramenta para o descrito anteriormente. E não há nenhum veículo de comunicação que possa doar esse espaço. O resto é balela. Falta de assunto para tentar chamar a atenção para suas candidaturas.

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