O drama dos empresários de eventos

Economia


É inacreditável que não haja, até o momento, um político sequer disposto a ajudar os empresários da área de eventos. São mais de seis meses amargando prejuízos e uma sinalização lenta, e até irritante, para a liberação de uma classe que precisa trabalhar e alavanca muitos segmentos, como salões de beleza, boutiques, doceiras, cinegrafistas, fotógrafos etc. 
Uma empresária de grande porte da área, antes mesmo do início da PANDEMIA, me contou que eventos de até 120 pessoas para ela era prejuízo. Isso contabilizado na ponta da caneta. E complementou: “Todos ganham, menos eu!” Isso é explicado pelo custo de produção. 
Há um movimento solicitando a liberação de eventos para até 700 pessoas, desde que os ambientes tenham lounges, ou se forem congressos, no sistema de cadeiras de auditório, dando a mesma distância que estamos encontrando nos consultórios médicos. 
Dos casamentos de 2020, segundo uma pesquisa, 24% foram cancelados. Houve a cerimônia íntima e o cancelamento da festa. O que gerou problemas na devolução de valores já pagos. E vamos parar de MIMIMI porque se tiver de contaminar será com 100 ou 500, do mesmo jeito. É hora de trabalhar, antes que, ao invés da COVID-19, as pessoas morram de FOME ou DEPRESSÃO.

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